domingo, 22 de abril de 2012

DIABETES - Inflamação no cérebro pode acarretar diabetes tipo 2 - DIABETES E O HIPOTÁLAMO - RESISTÊNCIA A INSULINA - INFLAMAÇÃO DO HIPOTÁLAMO -Obesidade - Citocinas

- Inflamação no cérebro pode acarretar diabetes tipo 2


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Cada dia mais fácil de explicar porque o GFU - Eletroterapia dá resultados.
COLESTEROL ALTO = Pesquisas falam sobre = Inflamação no corpo - As novas pesquisas confirmam: Se não existir uma inflamação no corpo o colesterol não se acumula nas paredes dos vasos sanguíneos causando doenças cardíacas e derrames. Veja a importância do uso do GFU - Mais sobre em:
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Diabetes - Inflamação no Hipotálamo e gordura no fígado. Vários os depoimentos positivos em relação ao Diabetes e gordura no fígado. Um dos trabalhos da Eletroterapia é lidar com as inflamações ! Fico Feliz de atualmente saírem artigos que expliquem o que já sabemos usando o aparelho.

Existe uma forte relação entre via inflamatória e vias metabólicas.


Estudo liga resistência a insulina no
fígado a inflamação do hipotálamo


Uma relação pouco cogitada há 15 anos ganha cada vez mais força no estudo das causas da obesidade e do Diabetes

- a inflamação do hipotálamo – uma estrutura com 1,5 cm³ que compõe o cérebro e é responsável pela regulação da fome e do gasto de energia – pode ser causada pela ingestão de gorduras saturadas e não somente pelo hábito de comer muito.

Como se não fosse suficiente, a alteração do órgão, apontada como uma das principais causas para a obesidade, também pode levar à alteração da função do pâncreas, local responsável pela produção de insulina.

 A substância transporta a glicose presente no sangue para dentro das células, permitindo a produção de energia, vital para o corpo sobreviver.

O pesquisador Lício Velloso, do departamento de Clínica Médica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), estuda há dez anos a ligação entre a comida ingerida pelas pessoas com o ganho de peso e testou ratos em laboratórios para notar qual o efeito da mudança no hipotálamo para a regulação do peso.

As descobertas vão desde a identificação do órgão como responsável direto pelo ganho de peso até a ligação da inflamação com a falência das células pancreáticas em garantir ao corpo a insulina. 

O final da história é o aparecimento de diabetes tipo 2.
Inflamações no corpo são sempre indícios da possibilidade de apoptose, uma espécie de morte programada das células no corpo, segundo Lício. 

Durante o trabalho com camundongos swiss, com maior tendência a engordar, e wistar, menos propensos à doença, o pesquisador e sua equipe notaram que ocorre maior taxa de morte celular de neurônios inibidores no primeiro grupo. “A diferença foi de 6% a 7% entre os dois tipos de roedores”, afirma Velloso.

O efeito vem da inflamação do hipotálamo, causada pela presença de longas cadeias de ácidos graxos saturados, com mais de 14 átomos de carbono. O sistema imunológico do cérebro é ativado na presença dessas substâncias por serem parecidas com as encontradas em bactérias.

“O organismo é levado a pensar que há uma ameaça e então uma inflamação do órgão acontece”, explica o especialista. “Com a produção de citocinas para defesa do corpo, a função de um neurotransmissor do hipotálamo é afetada.”

Neurotransmissor 
Velloso faz referência ao alfa-MSH, estrutura responsável por mandar sinais para inibir a fome e acelerar as atividades de gasto de energia. 

Alfa-MSH tem duas funções em partes da região do hipotálamo do cérebro. Uma delas é suprimir a atividade de alimentos em busca de células cerebrais. A segunda é sinalizar outras células do cérebro para produzir o hormônio TRH, o que leva a glândula tireoide a estimular a atividade de queima de calorias no organismo.

Localizado na região do núcleo arqueado do hipotálamo, o neurotransmissor responde à presença de insulina e leptina, ordenando o organismo a cessar a vontade de comer.

Mas a presença de processos inflamatórios faz com que o alfa-MSH desenvolva resistência às substâncias que alertam sobre as condições de reserva de energia disponíveis no organismo. “Com citocinas como a tumor necrosis factor (TNF), a vida dos neurônios é atrapalhada”, afirma Velloso.

Diabetes 2 
A falência das células-beta das ilhotas de Langerhans, localizadas no pâncreas, levam ao desenvolvimento de diabetes tipo 2, junto com a resistência do corpo à insulina.

 A causa para a exaustão das estruturas responsáveis pela secreção de substância também está ligada à inflamação do hipotálamo.

“É a união de dois problemas: o hipotálamo não controla mais a fome e a pessoa fica obesa e, por outro lado, ainda atrapalha a função do pâncreas para secreção da insulina”, explica o pesquisador da Unicamp.

Sem a secreção, a glicose presente no sangue não consegue entrar nas células para produção de energia na forma de ATP.

Soluções 
Enquanto remédios para diminuir ou eliminar a condição adversa no hipotálamo não surgem, Velloso acredita que a solução possa estar na mudança de práticas por parte dos fabricantes de comida. 

“Políticas de nutrição do governo precisam estimular a indústria alimentícia a substituir, nos alimentos industrializados, gorduras saturadas por insaturadas”, diz o especialista. “É o caso da troca do que faz mal ao corpo por ômega 3 e 9, por exemplo.”

Segundo Velloso, mesmo uma mulher com 1,70 metro e 65 quilos, ao ganhar 4 quilos, pode quase dobrar as chances de desenvolver diabetes tipo 2. O padrão também serve para os homens, ainda que de forma mais discreta.


“Há apenas 20 anos a OMS passou a encarar a obesidade como doença. Os passos são lentos, mas agora, pelo menos, nós sabemos que a causa está no hipotálamo”, diz Velloso. “A prática clínica ensina que recomendar dietas a obesos, pura e simplesmente, não adianta. É preciso mudar o padrão dos nossos alimentos.”

O hipotálamo é um órgão localizado na base do cérebro. Ele controla a homeostase corporal, isto é, o ajuste do organismo às variações externas. 



O hipotálamo controla a temperatura, o balanço de água no corpo, a fome e o gasto energético corporal, entre outras funções. Ele também faz a integração entre os sistemas nervoso e endócrino, atuando na ativação de diversas glândulas produtoras de hormônios.

“Fomos identificar quais eram os mecanismos por meio dos quais as gorduras saturadas levavam à inflamação hipotalâmica.







Existe uma relação muito íntima entre via inflamatória e vias metabólicas, que controlam a ingestão alimentar e gasto de energia. Distúrbios nessas vias metabólicas levam ao aumento ou diminuição de peso”, explica Marciane.

A pesquisadora focou seu estudo no Toll Like Receptor 4 (TLR4) e no Fator de Necrose Tumoral Alfa (TNFα).

 O TLR4 é um receptor do sistema imune inato que protege o corpo de infecções ao provocar uma inflamação que sinaliza à célula sobre uma bactéria invasora a ser combatida.

 O TNFα é uma citocina (proteína) presente em inflamações sistêmicas. Ele pode ser produzido, por exemplo, após a ativação do TLR4.

Entretanto, a gordura saturada também ativa o TLR4. A ativação do TLR4 induz ao estresse retículo endoplasmático, uma organela importante na célula que participa da síntese de proteínas e gorduras.

 O estresse do retículo endoplasmático leva ao aumento de citocinas e inflamação no hipotálamo.

“A inflamação hipotalâmica prejudica a sinalização da leptina e da insulina – hormônios que participam do controle da ingestão alimentar e do gasto energético – no hipotálamo. Isto leva a um desequilíbrio dos mecanismos que regulam o bom funcionamento do organismo”, diz Marciane.


RESISTÊNCIA A INSULINA

A inflamação DO HIPOTÁLAMO impede o correto funcionamento do hormônio insulina, que facilita a captação de glicose nas células. Os neurônios do hipotálamo perdem a capacidade de se ligar à insulina – fenômeno conhecido como resistência à insulina.
O PRATICAR  exercícios físicos além de queimar calorias, como já se sabe, ajuda a reduzir a inflamação nos neurônios do hipotálamo e a restabelecer a saciedade.

-http://pt.wikiversity.org/wiki/Insulina_e_glicose_bem_reguladas
-http://www.unicamp.br/unicamp/ju/531/estudo-liga-resist%C3%AAncia-%C3%A0-insulina-no-f%C3%ADgado-%C3%A0-
inflama%C3%A7%C3%A3o-do-hipot%C3%A1lamo
http://www.isaude.net/pt-BR/noticia/34952/


Existem diversas substâncias presentes na natureza que vêm sendo estudadas e sendo mostradas eficazes na prevenção e redução de sintomas do Diabetes. Algumas destas são:

Ácido Alfa- lipóico
O Ácido alfa- lipóico se mostrou eficaz na melhora do metabolismo da glicose e no aumento da sensibilidade à insulina em três estudos. Além disso, o ácido alfa- lipóico pode ser capaz de curar danos em nervos em pacientes com neuropatia diabética. A dose de 600mg se mostrou eficaz e bem tolerada.

Gymnema
Há mais de 2 mil anos a Gymnema sylvestre, uma planta natural do sudeste da Ásia e África, vêm sendo utilizada na Índia no tratamento do diabetes, como parte da medicina Ayurvédica. Estudos atuais mostraram que esta planta é capaz de reduzir os níveis sanguíneos de glicose, uma vez que inibi a absorção intestinal desta. Outros possíveis benefícios da Gymnema incluem a redução dos níveis de colesterol sanguíneo e a perda de peso

Crômo
O crômo é um oligoelemento, o qual tem mostrado ação similar a de certos remédios utilizados no diabetes, como a rosiglitazona e o metformina. Além disso, a sua deficiência no organismo é associada a alterações presentes no diabetes, como resistência à insulina e diminuição dos seus receptores, intolerância à glicose e incapacidade de a utilizar como fonte de energia. O crômio está amplamente distribuído nos alimentos; no entanto, a sua quantidade nestes é baixa, o que pode culminar em uma não adequação a sua recomendação de consumo diária; além disso, alguns fatores, como a presença do diabetes, pode influenciar na sua absorção e excreção. “A eliminação de estados de deficiência deste micronutriente, pode estar na base dos benefícios encontrados na resistência à insulina ou já na presença de diabetes mellitus tipo 2 (FARIA, 2009).”

Beta- glucanos
Beta- glucano é um tipo de fibra solúvel, a qual é encontrada em cereais como a aveia. Sua propriedade de redução dos níveis de colesterol sanguíneo é a mais conhecida e atualmente vem sendo citada como eficaz no controle de níveis sanguíneos de glicose. Em 1997, com permissão da Food and Drug Administration (FDA) e devido à presença da beta- glucana, o farelo de aveia foi registrado como alimento capaz de reduzir os níveis de colesterol sanguíneo. A quantia de 3g diárias de beta- glucano é a recomendada para o propósito de redução de níveis de colesterol sanguíneo.

Ginseng
Há mais de 2 mil anos o Ginseng é valorizado na Medicina Chinesa devido aos seus benefícios à saúde. Pesquisas sugerem que esta planta pode contribuir na redução de níveis de glicose sanguíneo em pessoas com diabetes tipo 2. O Ginseng que vem sendo estudado para este propósito é o da família Araliaceae.
Diversas outras substâncias presentes na natureza vêm sendo estudadas e se mostrando eficazes na prevenção e diminuição de sintomas do diabetes tipo 2. A medicina moderna, através destes estudos, poderá contribuir nesta investigação e na determinação da quantidade necessária de cada um destes componentes para a melhora do quadro desta doença.


Fontes:
- Minha Vida: O que é Diabetes tipo 2?
- Diabeticool: Tratamento Natural para Diabetes: Quiabo!
- Vegetarianos: Remédios naturais para o Diabetes tipo 2
- Health News: Natural Remedies for Diabetes

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